O fracasso de uma contraven��o
Depois de temer, fugir e coisas parecidas, resolvi, pela primeira vez, comprar um aditivo. O escolhido foi um dos de consumo mais tranquilo, o Lancenet. Combinei com os fornecedores que o custo sairia de R$ 30,00, e o elemento seria retirado na sexta-feira.
E l� fui eu. Em uma opera��o cinematogr�fica, entreguei o dinheiro e peguei o item. Coloquei-o em um local estrat�gico no carro, onde permaneceria por toda a noite.
E assim foi. Lancenet no carro, eu na balada, e tudo beleza. At� que veio a hora de chegar em casa. Como sabia que a possibilidade do meu pai estar me esperando � grande (o v�io acorda cedo), coloquei o item no bolso e fui sair do carro. A� � que o bicho come�ou a pegar.
A v�lvula do spray � fr�gil pra caramba, n�o resiste a nada. Nem a uma dobrada de pernas. Imaginem o movimento: a perna se dobra para o corpo sair do carro, o spray quebra... e a� a Rua Atl�ntica, no munic�pio de S�o Bernardo do Campo, teve diversas amostras de Lancenet por a�. E a cena era a seguinte: eu parado, o carro aberto, a garagem fechada, e o Lancenet vazando. Um s�bito desespero bateu, e a �nica coisa que pude fazer foi guardar o Lancenet em um tubo de ferro onde fica meu vidro de perfume.
Entrei em casa ent�o, refugiei-me no meu quarto, e fui ver o tamanho do estrago. No fim, tinha um Lancenet pela metade, e seus res�duos no final do tubo. N�o tive alternativas: fui l� eu consumir o que ainda restava. E ent�o, �s 6 e pouco da manh�, sozinho no meu quarto, eu pulava sozinho celebrando o que s� o Lancenet pode fazer.
Guardei o restante do item no ba� da cama, aquele onde ficam len��is e afins. Achei que ia ter metade para consumir em outra oportunidade.
Mas lembram-se do fen�meno da �evapora��o�, ensinado na escola? Pois �, gra�as a ele vi trinta reais meus serem evaporados.
Depois de temer, fugir e coisas parecidas, resolvi, pela primeira vez, comprar um aditivo. O escolhido foi um dos de consumo mais tranquilo, o Lancenet. Combinei com os fornecedores que o custo sairia de R$ 30,00, e o elemento seria retirado na sexta-feira.
E l� fui eu. Em uma opera��o cinematogr�fica, entreguei o dinheiro e peguei o item. Coloquei-o em um local estrat�gico no carro, onde permaneceria por toda a noite.
E assim foi. Lancenet no carro, eu na balada, e tudo beleza. At� que veio a hora de chegar em casa. Como sabia que a possibilidade do meu pai estar me esperando � grande (o v�io acorda cedo), coloquei o item no bolso e fui sair do carro. A� � que o bicho come�ou a pegar.
A v�lvula do spray � fr�gil pra caramba, n�o resiste a nada. Nem a uma dobrada de pernas. Imaginem o movimento: a perna se dobra para o corpo sair do carro, o spray quebra... e a� a Rua Atl�ntica, no munic�pio de S�o Bernardo do Campo, teve diversas amostras de Lancenet por a�. E a cena era a seguinte: eu parado, o carro aberto, a garagem fechada, e o Lancenet vazando. Um s�bito desespero bateu, e a �nica coisa que pude fazer foi guardar o Lancenet em um tubo de ferro onde fica meu vidro de perfume.
Entrei em casa ent�o, refugiei-me no meu quarto, e fui ver o tamanho do estrago. No fim, tinha um Lancenet pela metade, e seus res�duos no final do tubo. N�o tive alternativas: fui l� eu consumir o que ainda restava. E ent�o, �s 6 e pouco da manh�, sozinho no meu quarto, eu pulava sozinho celebrando o que s� o Lancenet pode fazer.
Guardei o restante do item no ba� da cama, aquele onde ficam len��is e afins. Achei que ia ter metade para consumir em outra oportunidade.
Mas lembram-se do fen�meno da �evapora��o�, ensinado na escola? Pois �, gra�as a ele vi trinta reais meus serem evaporados.
